
... Louças do amor
As louças, os pratos, são como outono ou primavera em um raiar de sol. São como rosas ou espinhos, ou latidos e miados. Meu cachorro que o diga. Esses cães da atualidade nos remetem à reflexão... Já cometi proezas estúpidas, proezas ordinárias, proezas refutadas e mais daquelas que prefiro não lembrar. Sentado neste ônibus, confesso a mim mesmo uma dor inebriante, trêmula e inóspita. Ah... Como eu amo minha glória, como é vertiginoso saber que quem me ama está, na verdade, esperando pelo meu amor.
As louças, os pratos, são como outono ou primavera em um raiar de sol. São como rosas ou espinhos, ou latidos e miados. Meu cachorro que o diga. Esses cães da atualidade nos remetem à reflexão... Já cometi proezas estúpidas, proezas ordinárias, proezas refutadas e mais daquelas que prefiro não lembrar. Sentado neste ônibus, confesso a mim mesmo uma dor inebriante, trêmula e inóspita. Ah... Como eu amo minha glória, como é vertiginoso saber que quem me ama está, na verdade, esperando pelo meu amor.
... Viajar
Costumo viajar de um lado para outro, sem destino, sem observações. Apenas com um rumo concomitante. Agora eu estava prestes a mentir para mim afirmando que sou feliz desse jeito. Carregando toneladas e toneladas de cargas emotivamente limitadas. Talvez eu até seja, no fundo de minhas razões momentâneas.
Por que será que as pessoas detestam tanto os domingos? Os baladeiros que me desculpem, mas domingo é fundamental.
Costumo viajar de um lado para outro, sem destino, sem observações. Apenas com um rumo concomitante. Agora eu estava prestes a mentir para mim afirmando que sou feliz desse jeito. Carregando toneladas e toneladas de cargas emotivamente limitadas. Talvez eu até seja, no fundo de minhas razões momentâneas.
Por que será que as pessoas detestam tanto os domingos? Os baladeiros que me desculpem, mas domingo é fundamental.